terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

11 atitudes que você precisa tomar

Hoje vamos relançar alguns textos que fizeram muito sucesso no nosso blog, foi o ciclo de textos que irá apontar quais atitudes devemos adotar para que seja possível RESSIGNIFICAR a própria vida. Vale a pena recordar sobre o que estamos falando quando propomos o caminho de RESSIGNIFICAR a própria história: é um processo para revisitar de fatos, acontecimentos, sensações, sentimentos e vivências que proporciona uma releitura do que aconteceu.

Isso torna possível enxergar aspectos que antes não eram vistos e dar novo significado e sentido ao que se passou, mesmo para aqueles fatos difíceis e dolorosos. Nem sempre é um caminho fácil a percorrer, mas certamente os efeitos dessa aventura valerá o esforço despendido.

O processo de ressignificação da vida de forma alguma é passivo, inerte. Ao contrário, exige daquele que se propõe a essa experiência uma postura de esforço, dedicação, coragem e firmeza. Nem sempre é fácil rever a própria história e se permitir a entrar em contato com toda aquela carga de fatos e experiências. É preciso fazê-lo em liberdade, desafiando-se a cada passo a ser dado.

Existem algumas atitudes que contribuem para que todo esse processo seja possível. Nas próximas semanas nos dedicaremos a falar sobre cada uma delas. São elas:

Coragem para enxergar-se
Recordar o passado
Abertura para questionar-se
Rever os fatos dolorosos
Abrir-se para novos conceitos sobre si mesmo e sobre os outros
Evitar justificativas
Perdoar-se
Perdoar a quem me feriu
Administrar o que se sente
Abrir-se ao outro
Atribuir sentido à vida

Serão semanas que nos farão refletir sobre cada um desses pontos, bem como avaliar nossas atitudes atuais, a fim de provocar uma autocrítica e mudança de postura, se for o caso. Esperamos poder ajudar por meio dessas reflexões e contribuir para que você veja a vida com outros olhos, de maneira mais livre e cheia de sentido. E então, aceita nosso desafio?

Gabriela Neves

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

A mulher e sua corporeidade


Entendemos por corporeidade a relação que a pessoa tem com seu próprio corpo. O corpo é um fator de extrema importância no cotidiano de cada um de nós, pois grande parte do que pensamos a respeito de nós mesmos passa de algum modo pela forma com que enxergamos o próprio corpo e pela maneira com que nos relacionamos com ele. Às vezes a corporeidade pode ser motivo de insegurança ou frustração para a mulher; e é preciso que ela passe pela experiência de ressignificação do próprio corpo para estabelecer uma relação mais harmônica consigo mesma.

Em nosso mundo atual, o corpo feminino é sempre colocado em evidência. Todo esse destaque muitas vezes acontece não como uma valorização do corpo feminino e de suas atribuições, mas com alguns desajustes que pertubam a visão que a mulher tem de seu próprio corpo. Muitos são os discursos que vemos no cotidiano sobre o corpo feminino: “seja magra”, “aceite-se”, “seu corpo é sua propriedade”, “seja atlética”, “se exponha”, “se esconda”, entre tantos e tantos outros. A questão central é: tanto se fala sobre o modo que a mulher deve encarar seu corpo que muitas vezes para ela tudo se torna uma grande pressão para corresponder a tantas imposições (muitas vezes dissoantes entre si).

O fato é que a mulher precisa se relacionar com o próprio corpo de maneira madura e consciente. É preciso fazer uma justa distinção entre o que é pura pressão social e o que é verdadeiramente benéfico para si. Relacionar-se bem com seu próprio corpo implica em cuidar bem dele, não com objetivos de alcançar padrões de beleza cada vez mais distantes da realidade, nem com a intenção de deixar com que tudo caia na caixinha da “autoaceitação”, impedindo que se dê a devida atenção para questões que podem ameçar até mesmo a própria saúde. Relacionar-se bem com o próprio corpo é ver nele uma parte importante de si mesmo, que proporciona a experiência de se relacionar com o mundo que a cerca e com aqueles que são importantes para você.

Venha se aprofundar nesse tema conosco! Na próxima segunda feira, dia 29 de janeiro, iremos trabalhar esse tema no nosso Círculo Terapêutico para Mulheres. Com certeza, será bem especial!

Informações: restitutiohominis@gmail.com ou 61-991331393

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A mulher e a maternidade


Sem dúvidas, a maternidade é aquele tipo de experiência que marca definitivamente a vida de uma mulher. Não é possível que a mulher passe pela maternidade sem que isso provoque nela uma mudança no modo de ver a vida, de ver a si mesma e de ver as pessoas. Quando nasce uma criança, nasce uma mãe, e isso muda pra sempre o percurso da vida daquela mulher.

Lidar com a maternidade nem sempre é algo harmonioso e tranquilo, como se vê nas propagandas de fraldas e sabonetes infantis. É uma ocasião provocadora para a mulher, onde ela se vê em situações que muitas vezes exigem que ela se deixe em segundo plano para atender às necessidades do seu filho. Quando a mulher não tem a oportunidade de se preparar pra isso, pode enfrentar grandes conflitos dentro de si, e a maternidade que antes era vista como aquele conto de fadas dos comerciais pode virar um grande peso.

É importante que a mulher desenvolva conceitos reais do que é a maternidade e se prepare para tudo aquilo que está para acontecer. Um grande entrave nesse processo são as idealizações que a maioria das mulheres trazem dentro de si a respeito da maternidade. São muitos sonhos coloridos e até mesmo românticos que cercam o imaginário feminino sobre esse assunto e deparar-se com a realidade pode causar grandes impactos na mulher. É preciso amadurecer as próprias idéias sobre a mãe que se é ou que virá a ser, para adotar uma posição mais justa e serena em relação a si mesma e a todos aqueles envolvidos de maneira próxima na relação mãe-filho.

Na próxima segunda-feira, dia 22 iremos abordar essa temática no nosso Círculo Terapêutico para Mulheres. Sente necessidade de trabalhar melhor esse assunto na sua vida? Entre em contato e venha participar conosco!

Informações: restitutiohominis@gmail.com ou 61-991331393

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

A mulher e sua vida amorosa

Gabriela Neves

A vida amorosa de qualquer pessoa pode ser fonte de alegria e bem estar ou de sofrimento e confusão. Tudo vai depender da forma com que as duas pessoas vão se deixar envolver mutuamente e como cada um na sua individualidade vai se portar na relação. Não raras vezes acolhemos mulheres em nosso consultório muito feridas nessa área, e acreditamos que é preciso falar francamente sobre o assunto. Por isso, iremos refletir a respeito da mulher e sua vida amorosa aqui no blog e também no próximo encontro do Círculo Terapêutico para Mulheres (próxima segunda feira, 15 de Janeiro de 2018).

Em um relacionamento amoroso, muita coisa está em jogo. Trata-se de um compromisso que ambas partes assumem entre si e também publicamente, e diversos aspectos da vida se modifica a partir dessa decisão. É necessário que o casal encontre a justa medida para todos os impasses que surgem a partir de uma vida a dois. Isso se dá mediante um grande esforço sustentado pelo amor que envolve o casal; e quando um desses dois fatores (esforço e amor) está ausente, as coisas tendem a fracassar. E lidar com um relacionamento fracassado, tendo ele já chegado ao fim ou não, é sempre doloroso.

É extremamente enriquecedor para a mulher quando ela tem a experiência de um relacionamento que a valoriza, reconhece sua grandeza e a faz crescer enquanto pessoa. Por outro lado, quando a mulher é subjulgada e derespeitada no seu relacionamento, em seu interior surgem marcas que causam dor e muitas vezes são difíceis de tratar. Essas marcas quando não recebem a devida atenção e cuidado, tornam-se cada vez maiores e o sofrimento é potencializado. É preciso estar pronta para falar sobre essas feridas e permitir-se ressignificá-las.

E você, sente necessidade de tocar nesse assunto? Está disposta a repensar sua vida amorosa para prosseguir com dignidade nesse aspecto? Venha participar conosco do Círculo Terapêutico para Mulheres na próxima semana! Será uma oportunidade de refletir sobre todas essas questões.

Informações: restitutiohominis@gmail.com ou 61-991331393

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

A mulher e seus diversos papéis


2018 chegou e temos uma novidade quentinha saindo do forno! Nesse mês de janeiro realizaremos nosso primeiro Círculo Terapêutico para Mulheres, sempre às segundas feiras à noite. Nosso objetivo é proporcionar um espaço terapêutico para abordar questões importantes no cotidiano da mulher, proporcionando às participantes uma oportunidade de enxergar-se e ressignificar tais aspectos. Cada encontro terá um tema especial, e ao longo do mês iremos refletir sobre esses temas também aqui no nosso blog. O primeiro assunto que será trabalhado no Círculo Terapêutico é a relação da mulher com os múltiplos papéis que desempenha no seu cotidiano, e é sobre isso que iremos falar agora.

O mundo feminino é marcado por uma multiplicidade de papéis a serem desempenhados, o que nem sempre é simples. No seu cotidiano, a mulher pode ser a mãe, esposa, profissional, dona de casa, amiga, chefe, funcionária, cuidadora, estudante, dentre tantas outras possibilidades que venham a surgir perante as situações da vida e pela maneira com que a mulher reagiu a tais situações. Não é raro que, por muitas vezes, a mulher se sinta sobrecarregada frente a tanta demanda, o que pode tornar os dias penosos e densos.

É preciso dar-se a oportunidade de parar um instante para reelaborar e reavaliar como está sendo a própria vivência de tantos papéis e, se em meio a eles, não está negligenciando a si mesma. Ser solícita é sempre positivo, porém a partir do momento em que ligamos o “piloto automático” e passamos a não mais prestar atenção também à mulher que somos, tudo perde o sentido e a vida torna-se um peso. É preciso estar inteira e íntegra no exercício de cada papel, e isso só se faz quando se tem a ousadia de olhar para si.

Quer ter a oportunidade de se avaliar a respeito de como tem sido sua experiência com os diversos papéis que desempenha? Sente necessidade de ajuda para compreender-se melhor e ressignificar todos esses papéis? Venha participar conosco do Círculo Terapêutico dia 8/1/18. Entre em contato e garanta sua vaga (vagas limitadas).

Informações: restitutiohominis@gmail.com ou 61-991331393

Gabriela Neves

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Descobrir-se


Muitas vezes me perguntam sobre qual seria o momento certo para procurar um psicólogo. Nessas conversas, em sua maioria informais, busco entender qual a concepção que as pessoas têm do profissional de Psicologia. Você deve imaginar que já me deram diversas definições da minha profissão: para uns o psicólogo é um ouvinte que serve para que seus pacientes possam desabafar e se sentir mais leves; para outros o psicólogo é uma espécie de mago, que tem a receita mágica para a solução de todos os problemas; outros ainda vêem o psicólogo como um grande amigo para quem é possível contar coisas que não se tem coragem de contar para mais ninguém.

Na verdade, o psicólogo não é apenas ouvinte, nem um mago ou amigo. O psicólogo é um profissional dedicado ao estudo e aplicação de uma ciência - a Psicologia - frente às mais diversas demandas que possam surgir. A minha prática profissional, a Psicologia Clínica, é uma das diversas áreas de atuação profissional do psicólogo. Nós, psicólogos clínicos, recebemos as pessoas em nossos consultórios para prestar um serviço profissional diante daquilo que a pessoa deseja trabalhar, oportunizando sempre uma reflexão sobre sua realidade, ampliando sua visão sobre as circusntâncias e sobre si mesma. Ou seja, ajudamos aqueles que nos procuram a descobrir-se e a reordenar suas vidas.

Assim, o momento ideal para procurar um psicólogo não deve ser necessariamente numa ocasião de dificuldade ou de crise. É claro que uma ajuda profissional cairia muito bem nessas situações. Mas o simples fato da pessoa desejar conhecer-se melhor, oportunizando uma ressignificação da sua história já é um grande motivo para recorrer aos serviços profissionais do psicólogo. Acredito muito na capacidade da minha profissão em despertar reflexões valiosas e necessárias, e isso faz do psicólogo um agente importante na promoção do bem estar das pessoas.

Gabriela Neves

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Resiliência e ressignificação da vida


Resiliência é um termo originalmente utilizado na Física, que significa a capacidade de um objeto readiquirir suas propriedades após sofrer alteração em suas características pela ação de um agente externo. Assim, por exemplo, após uma mola sofrer pressão por uma força aplicada sobre ela, rapidamente volta às suas características inciais, então dizemos que a mola é um objeto que possui alta resiliência. A Psicologia faz uso desse conceito para definir a resistência de uma pessoa frente a uma situação adversa, bem como a capacidade de manter-se íntegro no sofrimento e renascer após os momentos difíceis.

O que dá subsídio à capacidade da pessoa desenvolver resiliência é o sentido que ela atribui à própria vida. Ter a vida plena de sentido, com os fatos ressignificados ao redor desses sentidos, produz na pessoa uma habilidade de lidar de forma satisfatória com as situações complicadas. Isso porque uma vida cheia de sentido é capaz de tornar o sofrimento o que ele verdadeiramente é: uma situação a ser superada e provocadora de maturidade; e não um monstro gigante intransponível.

O fato é que o resiliente enfrenta o que precisa ser enfrentado e, após esse período, ressurge mais forte, maduro e inteiro. Não se permite a lamentar indefinidamente a respeito de seus desafios, mas oportuniza, por meio deles, seu crescimento pessoal. São pessoas realmente interessantes, que fazem um grande bem não somente a elas mesmas, mas inspiram todos aqueles ao seu redor. Resiliência não é uma caracterísca que se tem ou não, mas uma atitude possível de ser desenvolvida; basta disposição e coragem de enfrentar-se.

E você, é uma pessoa resiliente?

Gabriela Neves