terça-feira, 13 de março de 2018

As mulheres se apoiam


Como já anunciamos anteriormente, estamos lançando uma nova proposta nesse mês de março. Iniciaremos na próxima semana um trabalho de psicoterapia de grupo para mulheres. Estamos super empenhadas nesse projeto e podemos adiantar que será uma oportunidade incrível de descoberta de si a partir do contato e partilha com outras pessoas. Mas o que faz a psicoterapia de grupo ser algo tão especial?

Na psicoterapia de grupo, assim como na terapia individual, temos a oportunidade de encarar nossas dificuldades, enxergar quem realmente somos e descobrir caminhos de crescimento e amadurecimento. Porém, a psicoterapia de grupo nos coloca num contexto social em que podemos aprender com as histórias daqueles que estão conosco no processo terapêutico, ao mesmo tempo em que conseguimos dividir com as pessoas aquilo que nos causa sofrimento. É uma experiência de troca muito rica. Como consequência, forma-se ali naquele grupo uma rede de apoio valiosa que tem sua própria importância terapêutica.

Muito se tem ouvido falar hoje em dia na necessidade que as mulheres têm de apoiarem-se mutuamente em questões que são próprias dos desafios que enfrentam no dia a dia. Acreditamos que o grupo terapêutico para mulheres é uma oportunidade ímpar para que isso aconteça. Nossa proposta é para que as mulheres tenham a oportunidade de dividir suas angístias umas com as outras e encontrem juntas alternativas para superarem suas dificuldades e limites. Será um trabalho lindo, que muito ajudará a cada uma de nós que estaremos envolvidas. Não fique de fora dessa! Entre em contato e reserve sua vaga!

Gabriela Neves

quinta-feira, 8 de março de 2018

Psicoterapia de grupo para mulheres


Existem muitos modos e abordagens de intervenção terapêutica na Psicologia. Geralmente, quando se fala em processo terapêutico, logo vem a idéia de um profissional sentado à frente de uma pessoa que fala sozinha, num processo massante e cansativo. Muitas vezes os meios de comunicação reforçam esse estereótipo, o que desanima grande parte das pessoas em procurar esse tipo de ajuda. A verdade é que a Psicologia é um terreno muito fértil e criativo e existem muitas maneiras diferentes de se desenvolver um processo terapêutico. Entre tantas alternativas, existe a psicoterapia de grupo, que é de fato uma boa opção para se trabalhar questões pessoais conflituosas e que geram sofrimento.

A psicoterapia de grupo tem por objetivo trabalhar as questões dos participantes dentro do contexto desse grupo, como indica o próprio nome. No grupo terapêutico, os participantes têm tanto a chance de expressar as próprias questões e anseios, quanto também de ouvir a experiência das outras pessoas. Nós somos seres que podem crescer não apenas com os próprios erros ou sofrimentos, mas também participando das experiências de outras pessoas. No grupo terapêutico, isso acontece de forma particularmente eficaz.

Além desses aspectos, a psiccoterapia de grupo pode auxiliar no desenvolvimento da comunicação, na disposição à escuta e no cultivo das habilidades sociais; além da experiência de poder se revelar diante de pessoas que estão dispostas a contribuírem, e não a julgarem.

Nós da Clínica Restitutio Hominis estamos iniciando nesse mês de março um trabalho com um grupo terapêutico para mulheres. Acontecerá toda semana, a partir do dia 19 de março. Se você tem interesse nessa proposta, entre em contato para maiores informações! Será uma grande oportunidade para todas nós!

Gabriela Neves

terça-feira, 6 de março de 2018

Ressignificar o passado


Há pouco tempo, estamos relembrnado o ciclo de textos que dizem respeito a algumas atitudes que contribuem para o processo de ressignificação da vida. Na semana passada, falamos sobre a coragem para enxergar-se. O tema de hoje está bastante relacionado ao tema da semana passada, e traz um elemento muito importante para que cada um possa ter uma imagem mais clara e acertada de si; estamos falando de RECORDAR O PASSADO.

RECORDAR O PASSADO é uma atitude que favorece o processo de ressignificação da vida porque é necessário revisitar os fatos ocorridos para que seja possível desenvolver um olhar diferente a respeito das próprias experiências. É ter a ousadia de fazer a retrospectiva da própria história, não como mero expectador, mas entrando em contato com tudo o que envolve os acontecimentos: o contexto, os sentimentos, as sensações.... e a partir disso, ser capaz de enxergar o que antes não se conseguia ver e então trazer novos significados para tudo o que se passou.

Ser responsável e íntegro no presente requer uma relação sadia com o passado. Enquanto o passado tiver um sentido de assombro, de peso ou de irrelevância, muitos aspectos da vida permanecerão paralisados. Com toda certeza, a tarefa de se relacionar satisfatoriamente com o passado não é fácil nem pode ser realizada por completo, pois sempre teremos áreas da nossa história a serem revisitadas e ressignficadas. Porém, é um processo cujo início é inadiável e de extrema importância, já que muitos aspectos do presente podem ser compreendidos à luz do que se passou.

Gabriela Neves

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A coragem para enxergar-se!

Enxergar a si mesmo é um ato desafiador, há uma tendência em nós de naturalmente olharmos aquilo que é negativo e superficial e nos paralisarmos diante disso, julgando que essas características percebidas nos definem. Enxergar a si mesmo é um ato desafiador, há uma tendência em nós de naturalmente olharmos aquilo que é negativo e superficial e nos paralisarmos diante disso, julgando que essas características percebidas nos definem.

Mas a nossa proposta é justamente o contrário, cada pessoa deve ter um olhar mais profundo sobre si mesma, não se pode dar por satisfeita ao olhar esses aspectos superficiais e acreditar que não há mais o que conhecer. Na verdade, é preciso ir além desses pontos, pois é natural que haja desânimo diante deles, no entanto você é mais do que características ruins.

Aqui está a necessidade e a importância da coragem para enxergar-se, pois ao pararmos diante desses pontos negativos ou da opinião das pessoas sobre você, haverá uma grande perda: perderá a oportunidade de conhecer-se verdadeiramente. Então, encare a realidade de exergar-se como um desafio a ser vencido e por isso pede a você uma postura de coragem.

Entenda coragem como sinônimo de enforço, de luta, de determinação e não somente de força, às vezes, você está passando uma fase cheia de fraquezas, mas esta não é empecilho para lançar-se nessa aventura de enxergar-se como realmente é. Então, permita-se vivenciar essa experiência que pode ser muita rica para você, pode trazer muitas respostas e também auxiliar você a amadurecer no entendimento de sua própria realidade. Isso é muito bom, não é verdade?!

Gabriela Neves

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

11 atitudes que você precisa tomar

Hoje vamos relançar alguns textos que fizeram muito sucesso no nosso blog, foi o ciclo de textos que irá apontar quais atitudes devemos adotar para que seja possível RESSIGNIFICAR a própria vida. Vale a pena recordar sobre o que estamos falando quando propomos o caminho de RESSIGNIFICAR a própria história: é um processo para revisitar de fatos, acontecimentos, sensações, sentimentos e vivências que proporciona uma releitura do que aconteceu.

Isso torna possível enxergar aspectos que antes não eram vistos e dar novo significado e sentido ao que se passou, mesmo para aqueles fatos difíceis e dolorosos. Nem sempre é um caminho fácil a percorrer, mas certamente os efeitos dessa aventura valerá o esforço despendido.

O processo de ressignificação da vida de forma alguma é passivo, inerte. Ao contrário, exige daquele que se propõe a essa experiência uma postura de esforço, dedicação, coragem e firmeza. Nem sempre é fácil rever a própria história e se permitir a entrar em contato com toda aquela carga de fatos e experiências. É preciso fazê-lo em liberdade, desafiando-se a cada passo a ser dado.

Existem algumas atitudes que contribuem para que todo esse processo seja possível. Nas próximas semanas nos dedicaremos a falar sobre cada uma delas. São elas:

Coragem para enxergar-se
Recordar o passado
Abertura para questionar-se
Rever os fatos dolorosos
Abrir-se para novos conceitos sobre si mesmo e sobre os outros
Evitar justificativas
Perdoar-se
Perdoar a quem me feriu
Administrar o que se sente
Abrir-se ao outro
Atribuir sentido à vida

Serão semanas que nos farão refletir sobre cada um desses pontos, bem como avaliar nossas atitudes atuais, a fim de provocar uma autocrítica e mudança de postura, se for o caso. Esperamos poder ajudar por meio dessas reflexões e contribuir para que você veja a vida com outros olhos, de maneira mais livre e cheia de sentido. E então, aceita nosso desafio?

Gabriela Neves

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

A mulher e sua corporeidade


Entendemos por corporeidade a relação que a pessoa tem com seu próprio corpo. O corpo é um fator de extrema importância no cotidiano de cada um de nós, pois grande parte do que pensamos a respeito de nós mesmos passa de algum modo pela forma com que enxergamos o próprio corpo e pela maneira com que nos relacionamos com ele. Às vezes a corporeidade pode ser motivo de insegurança ou frustração para a mulher; e é preciso que ela passe pela experiência de ressignificação do próprio corpo para estabelecer uma relação mais harmônica consigo mesma.

Em nosso mundo atual, o corpo feminino é sempre colocado em evidência. Todo esse destaque muitas vezes acontece não como uma valorização do corpo feminino e de suas atribuições, mas com alguns desajustes que pertubam a visão que a mulher tem de seu próprio corpo. Muitos são os discursos que vemos no cotidiano sobre o corpo feminino: “seja magra”, “aceite-se”, “seu corpo é sua propriedade”, “seja atlética”, “se exponha”, “se esconda”, entre tantos e tantos outros. A questão central é: tanto se fala sobre o modo que a mulher deve encarar seu corpo que muitas vezes para ela tudo se torna uma grande pressão para corresponder a tantas imposições (muitas vezes dissoantes entre si).

O fato é que a mulher precisa se relacionar com o próprio corpo de maneira madura e consciente. É preciso fazer uma justa distinção entre o que é pura pressão social e o que é verdadeiramente benéfico para si. Relacionar-se bem com seu próprio corpo implica em cuidar bem dele, não com objetivos de alcançar padrões de beleza cada vez mais distantes da realidade, nem com a intenção de deixar com que tudo caia na caixinha da “autoaceitação”, impedindo que se dê a devida atenção para questões que podem ameçar até mesmo a própria saúde. Relacionar-se bem com o próprio corpo é ver nele uma parte importante de si mesmo, que proporciona a experiência de se relacionar com o mundo que a cerca e com aqueles que são importantes para você.

Venha se aprofundar nesse tema conosco! Na próxima segunda feira, dia 29 de janeiro, iremos trabalhar esse tema no nosso Círculo Terapêutico para Mulheres. Com certeza, será bem especial!

Informações: restitutiohominis@gmail.com ou 61-991331393

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A mulher e a maternidade


Sem dúvidas, a maternidade é aquele tipo de experiência que marca definitivamente a vida de uma mulher. Não é possível que a mulher passe pela maternidade sem que isso provoque nela uma mudança no modo de ver a vida, de ver a si mesma e de ver as pessoas. Quando nasce uma criança, nasce uma mãe, e isso muda pra sempre o percurso da vida daquela mulher.

Lidar com a maternidade nem sempre é algo harmonioso e tranquilo, como se vê nas propagandas de fraldas e sabonetes infantis. É uma ocasião provocadora para a mulher, onde ela se vê em situações que muitas vezes exigem que ela se deixe em segundo plano para atender às necessidades do seu filho. Quando a mulher não tem a oportunidade de se preparar pra isso, pode enfrentar grandes conflitos dentro de si, e a maternidade que antes era vista como aquele conto de fadas dos comerciais pode virar um grande peso.

É importante que a mulher desenvolva conceitos reais do que é a maternidade e se prepare para tudo aquilo que está para acontecer. Um grande entrave nesse processo são as idealizações que a maioria das mulheres trazem dentro de si a respeito da maternidade. São muitos sonhos coloridos e até mesmo românticos que cercam o imaginário feminino sobre esse assunto e deparar-se com a realidade pode causar grandes impactos na mulher. É preciso amadurecer as próprias idéias sobre a mãe que se é ou que virá a ser, para adotar uma posição mais justa e serena em relação a si mesma e a todos aqueles envolvidos de maneira próxima na relação mãe-filho.

Na próxima segunda-feira, dia 22 iremos abordar essa temática no nosso Círculo Terapêutico para Mulheres. Sente necessidade de trabalhar melhor esse assunto na sua vida? Entre em contato e venha participar conosco!

Informações: restitutiohominis@gmail.com ou 61-991331393